O site gaúcho Mais Preza, entrevistou o John, que respondeu várias perguntas relacionadas ao Brasil e ainda mandou uma mensagem especial aos fãs brasileiros. Confira:
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MP: Essa é a terceira vez que vocês vêm ao Brasil. Como se sentem de estar aqui de novo?
John: O sentimento é realmente indescritível. Tem tanto amor aqui que nós nos sentimos em casa. É incrível sentir o poder da música tão de perto e é surreal que essa seja a nossa terceira vez visitando o Brasil.

MP: O que os fãs podem esperar dos shows desse ano, em comparação com a turnê do Pioneer [que passou pelo Brasil em 2012]?
John: Algumas constantes irão permanecer: expressão sincera, som alto e sorrisos de orelha a orelha (com certeza nos nossos rostos, mas esperamos que nos da plateia também). As mudanças dessa vez são as nossas novas músicas e o nosso amigo Nick Santino fazendo essa viagem com a gente. Das duas outras vezes que viemos, estávamos sozinhos, então dessa vez vai ser muito bom ter o Nick com a gente, tocando as suas músicas novas e animando a plateia.

MP: Quando vocês tocaram em Porto Alegre em 2012, os fãs gritaram bastante pedindo por I Must Be Dreaming (música do primeiro álbum da banda). Você até começou a tocar ela no violão, mas desistiu antes de terminar o primeiro verso. Alguma chance de ouvirmos ela dessa vez?
John: Eu ainda não posso dizer com certeza nesse momento… você vai ter que ir e descobrir!

MP: A banda mudou bastante ao longo dos anos, de seus primeiros EPs e o álbum Can’t Stop, Won’t Stop [de 2008] para o Forever Halloween e o Imaginary Numbers. Apesar de parecer parte de algo que vem acontecendo desde o Black & White [de 2010], o Pioneer [de 2011] ainda pareceu romper com tudo que vocês já tinham feito antes. Como esse processo aconteceu?
John: Basicamente, nós produzimos o Pioneer sem ninguém saber. A nossa gravadora não sabia que estávamos gravando e nossos fãs também não tinham nenhuma noção. O aspecto de segredo do projeto ajudou a criar um sentimento de aventura e entusiasmo que nos permitiu explorar um território criativo que nós ainda não conhecíamos. A liberdade é doce como açúcar, mas é estar preso nela que te dá profundidade.

MP: O que acontece a partir de agora?
John: Longe da complacência e da falta de inspiração. Longe da insinceridade e do glamour. Queremos ir para um lugar em que nos sentimos bem. Um lugar em que ninguém nunca foi e nunca ninguém vai ir de novo. Planejamos não planejar muito e deixar a cabeça e o coração guiar o navio para qualquer lugar e em que eles possam levar.

MP: Finalmente, você pode mandar uma mensagem para os fãs?
John: Não existem palavras pra expressar o amor e a gratidão que nós sentimos por você. Nós agradecemos do fundo dos nossos corações por nos trazerem mais uma vez pra esse lugar maravilhoso! Cuidem um dos outros, mas, mais ainda, cuidem de si mesmos! Nós amamos vocês.

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