A revista New Noise Magazine publicou uma crítica de Forever Halloween em seu site, onde atribuiu a nota 4,5 ao mais novo álbum da banda. Confira a crítica traduzida:

The Maine é uma daquelas bandas que tem feito a sua parte na evolução musical e experimentação ao longo dos anos, e eles também são uma daquelas bandas que podem ser muito aguardadas, mesmo se você não tem ideia do que esperar em seguida. Você não pode dizer isso honestamente sobre muitos outros artistas. Geralmente, você se sente preocupado quando você sabe que uma banda “atualizou” seu som novamente. Mas não com The Maine, você nunca tem que se preocupar. Cada álbum que eles lançaram foi ouro, e Forever Halloween não é exceção.

Com o tempo, The Maine passou mais e mais para um estilo rock folk-indie, e isso é mais notável durante o seu mais recente álbum. Para mim, ele veio no momento certo, já que este é o estilo de música que eu estou mais interessado no momento. Desde o seu início, Forever Halloween me impressionou. Vamos começar essa discussão com “Take What You Can Carry”, que abre com algumas palmas, pisoteios e piano. Ele define o humor perfeitamente para o resto do álbum; se você se já está amando esta faixa, então com as outras não vai ser diferente. A partir daqui, outros destaques incluem o incrível som de “White Walls”, a amarga “Birthday In Los Angeles”, a surpreendentemente inspiradora “Sad Songs” e a sombria e cativante “Fucked Up Kids”.

Forever Halloween fica melhor quando se ouve do início ao fim. Não é um daqueles discos que eu recomendo pular as faixas. Cada canção aqui oferece algo memorável e digno de ser experimentado o tempo todo. Como uma volta completa, este álbum não só funciona maravilhosamente, com as faixas passando de uma para a outra sem problemas, mas também é o meu esforço favorito da banda desde Can’t Stop, Won’t Stop. Parece que The Maine continuará a nos impressionar até se separarem (não tão cedo, espero). (Nathaniel Lay)

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